Adriana Varejão

Da Bienal de São Paulo à Bienal de Johannesburgo. Adriana Varejão, nascida no Rio de Janeiro no ano de 1964, filha de um piloto da aeronáutica e de uma nutricionista. Foi cursar engenharia na PUC. No meio tempo, fez cursos livres de arte na Escola de Artes Visuais do Parque Lage, no Rio de Janeiro. Alugou um ateliê e começou a produzir.

No fim da década de 1980, Adriana tinha como parâmetro as igrejas barrocas brasileiras e sua azulejaria. Depois, passa a apropriar-se de imagens da história do Brasil, retomando representações etnográficas de indígenas e negros, para comentar o processo de miscigenação no país e a violência do processo de colonização. Em 1986, recebeu o Prêmio Aquisição do 9º Salão Nacional de Artes Plásticas, promovido pela Fundação Nacional de Artes (Funarte/RJ). Realizou sua primeira exposição individual em 1988, na galeria Thomas Cohn.

Em uma entrevista dada à Revista TPM, em 2005, a artista afirma que não pensava se conseguiria ou não viver da própria arte e que não estava preocupada se ia ou não expor, quanto ia ganhar, qual ia ser seu galerista. Nesse caso, é preciso apenas encontrar sua voz. Por fim, Adriana conclui que o processo de criação é dolorido.

Apesar de tudo isso e com muita luta, o reconhecimento caminha na mesma proporção.

Atualmente, é uma das artistas brasileiras de mais destaque na cena contemporânea, no Brasil e exterior.


Fonte:
 http://enciclopedia.itaucultural.org.br/
http://www.adrianavarejao.net/
http://arteref.com
https://www.escritoriodearte.com/artista/adriana-varejao/

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